Docs, visto

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Aqui está um pequeno manual do que vale ou não vale nas viagens:

Não é preciso levar dinheiro, todos aceitam cartão de crédito.

Mentira. Há vários problemas sobre isso. O primeiro é que em países da Europa pode-se exigir que o turista tenha dinheiro para suas despesas. Depois, há lugares que não aceitam cartão, desde lanchonetes até taxi. Inúmeros transportes públicos do Aeroporto até a cidade em diversas cidades do mundo aceita APENAS o valor da passagem, em trocado (não fazem troco). Terceiro: dinheiro muído para gorjetas é bom. Quarto: Pergunte a sua operadora de cartão de crédito, quais as taxas para uso internacional. Sacar dinheiro no exterior pode sair mais caro que a encomenda… Quinto: o bom viajante precavido sempre tem as duas opções. Lembre-se de anotar o número de telefone internacional para cancelar o cartão em caso de roubo.

Viagem Low-Cost é mentira.

Mentira, todos sabem que isso já é uma realidade. Há, claro, épocas mais difíceis de encontrar, mas sempre existem. A Gol é o exemplo nacional disso, na época de aniversário da empresa, com as passagens a 50 reais. As companhias européias são um verdadeiro exemplo: passagens a partir de 10 euros com as taxas de embarque incluídas. Mas sempre veja quanto sai as taxas de embarque (algumas mostram o preço com taxas, outras não). Também saiba que as viagens são em aeronaves das piores - é como fazer uma viagem rodoviária em uma lata de sardinha, que voa! O maior problema delas são as taxas “escondidas”: que vão desde a bagagem, com peso bem limitado e outras taxas.

Alugar Apartamento é mais barato que hotel.

Depende. Há dois fatores: tempo e número de pessoas. Grupos (4 pessoas ou mais) têm mais vantagem para alugar o apartamento. Se for por pelo menos uma semana, melhor. O preço rateado pode sair mais barato que um hotel e, de quebra, vocês ficam com quarto, cozinha, sala. Demais casos (menos tempo ou menos pessoas), é possível sim encontrar apartamentos, mas eles se esgotam rapidamente e nem sempre o preço é vantajoso. Além disso, apartamentos não oferem café-da-manhã e as trocas de lençol são semanais. Isso é diferente de Bed & Breakfast, que funcionam como uma pensão. É um hotel com cara de casa. Só não se esqueça de sempre procurar locais com bom transporte público disponível.

Quanto mais malas, melhor?

Mentira. Malas devem ser do tamanho e quantidade suficiente para suas necessidades, até 2 por pessoa para 2 semanas. Mais que isso, reveja o que está levando. Cogite lavar as roupas, se for ficar por longos períodos.  É sempre bom levar uma pequena mala/bolsa/mochila, com uma muda de roupa e algo de higiene, no caso de extravio de sua mala principal. Se carregar na mão, lembre-se que viagens internacionais não deixam carregar líquidose objetos cortantes e pontiagudos. Para maiores informações, veja o tópico sobre limite de peso de bagagens.

Carregar um mochilão é melhor?

Depende. Há mochilões que pesam mais que malas. Algumas nem tem rodinhas. E podem caber mais de 70 kilos (já pensou carregar isso nas costas?). Então depende muito da necessidade. Se é para ficar nos albergues, não tem problema carregar malas. Não precisa usar mochilão para virar descolado… Descoladas vão ficar as costas.  Mas se for para acampamentos e trilhas, aí sim será preciso um mochilão.

Seguro-saúde é essencial.

Verdadeiro, para as viagens internacionais. Em alguns países isso é item obrigatório (confira antes de viajar se o país não exige seguro-saúde obrigatório… A maioria dos países da Europa exigem). Já pensou comer aquela comida exótica e ficar todo pipocado? E não ter dinheiro para o médico? O Seguro-saúde compensa o valor pago, melhor viajar com a consciência tranquila do que enfrentar um pesadelo depois. Na hora de programar a viagem, sempre lembre-se de acrescentar o seguro-saúde.

Pacote Turístico te dá mais segurança.

Em parte. Afinal de contas, a maioria não tem guia. A maioria não tem translados (transporte do aeroporto até o hotel). A maioria nem te diz se o hotel é perto de transporte público. Tem gente que oferece hotel no outro lado da cidade e não avisa. Então depende não só do pacote, mas da confiança no agente de viagens. (A idéia é que este blog te ajude a fazer tudo por conta). Se houver problemas com passagens ou hoteis, contate a agência: ela também é responsável pela segurança e conforto do viajante.

MATÉRIA 

Uma matéria do Jornal Estado de São Paulo fala sobre as dúvidas frequentes dos viajantes sobre cartões, documentos, aluguel de carros, etc…

Quem pode fazer?
Quem estiver em estudo de qualquer curso reconhecido pelo MEC. Ou seja, não estão valendo os cursos de lingua estrangeira, yoga, natação, etc… Não há limite de idade máximo. Cursos à distância (EAD) também valem, mas precisam ser reconhecidos pelo MEC.

Quanto custa?
A carteira de estudante agora tem dois valores R$40 para estudantes universitários e R$30 para secundaristas.
A carteirinha proporciona descontos em restaurantes do Brasil além de café da manhã na diária da rede de Hotéis Formule 1 e no Ibis, o que é equivalente a R$5,00 - R$8,00.

No exterior?
Para quem vai para o estrangeiro/fora do país, o site isic.org oferece a listagem de todos os países.
Apensar de “internacional”, a carteirinha brasileira nem sempre vale nos outros países. Há outros países que exigem, ainda, cadastro no site, como dos Estados Unidos.

EUA | Chile | Argentina | Paris

Passagens Aéreas:
Outra vantagem pode ser comprar as passagens aéreas de estudante, com um preço de 10%-15% menores que os praticados no mercado. Porém, verifique antes de comprar as exigências de cada companhia aérea. Para os EUA, as companhias exigem o visto norte-americano de estudante e comprovação de curso no exterior. Além disso, exige uma estadia mínima de 15 ou 30 dias.

Enfim, vale a pena?
Se for só para obter desconto em cinemas, teatros e shows, pode ser que não. Porque qualquer identificação do estudante fornecido pela instituição de ensino vale para comprovar ser estudante.
Já hoteis e lojas online como a Submarino, precisam da carteirinha.
Como visto, nos EUA, precisa registrar a carteirinha antes, no myISIC.com. Os descontos depende de cada cidade. Para compras, a maior parte são lojas online e não lojas físicas (há muitos poucos descontos em lojas físicas).
Já na Europa, há uma boa oferta de descontos em Paris, França, desde entradas a museus, passeios de barco pelo Rio Sena e restaurantes.

http://www.carteiradoestudante.com.br

Criada em 1968 pela ISTC (International Student Travel Confederation) a ISIC (International Student Identity Card) tem o objetivo de atestar o status estudantil não só no Brasil como no mundo inteiro, facilitando o conhecimento de diferentes culturas e países e aumentando a integração entre os povos. Além disso, a ISIC garante mais de 42 mil descontos e benefícios nas mais diversas categorias e sempre nos melhores estabelecimentos em mais de 120 países. No Brasil, a Carteira Mundial do Estudante – ISIC agora está unificada com a carteira da UNE (para estudantes universitários) e da UBES (para estudantes secundaristas), o que garante ainda mais descontos em estabelecimentos culturais em todo o Brasil.

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Dias depois desse post, foi publicada uma matéria no Jornal Estado de São Paulo

TERÇA-FEIRA, 29 DE ABRIL DE 2008
O ESTADO DE S. PAULO

Um mundo de descontos para jovens
VANTAGENS
Aproveite seus 20 e poucos anos para conhecer outros países pagando menos em trens, museus, lojas…
Camila Anauate

Aproveite seus 20 e poucos anos para pegar a mochila e ganhar o mundo.Não faltam motivos nem vantagens para jovens com espírito aventureiro – e alguma graninha no bolso – viajarem por diferentes países e conhecerem novas culturas. Passes de trem, cartões de visita, museus, baladas e mais uma centena de produtos e serviços têm tarifas especiais para esse público: um convite tentador.

Quem é estudante leva vantagem em tudo. Basta apresentar a carteira internacional para conseguir descontos de até 50% em lojas, restaurantes e atrações turísticas ao redor do planeta. Em Paris e Londres, por exemplo, a maioria dos museus nem cobra ingresso de quem tem menos de 18 anos.

O visitante que já passou da adolescência também não se decepciona. Para muitos produtos turísticos vendidos na Europa, como os passes de trem que cruzam o continente, são considerados jovens os que têm até 25anos.E em excursões exclusivas para a juventude, vendidas pela empresa Contiki, podem participar pessoas com até 35 anos (leia mais na página 5).

“A geração atual estica o período da juventude”,diz a gerente de Comunicação do Student Travel Bureau (STB), Claudia Martins. “Como as pessoas casam e têm filhos mais tarde, quem tem 35 anos hoje pode fazer o mesmo tipo de viagem de quem está com 20.”

SOBRE TRILHOS

Todas as empresas de trem da Europa contam com o Youth Pass, um bilhete exclusivo para quem tem 25 anos ou menos. Com esse benefício, o preço da passagem cai até 40%.

Os passes da Eurail (www. eurail.com), que cobrem todo o continente, são 35% mais barato para os jovens. Já o Eurostar (www.eurostar.com), que faz os trechos Londres–Paris e Londres–Bruxelas, oferece tarifa youth em primeira e segunda classes para pessoas de 12 a 25 anos. Segundo a CI, uma das vendedoras oficiais dos passes no Brasil, as tarifas custam a partir de € 40 (R$ 105,82), menos da metade do valor pago por um adulto (a partir de € 106 ou R$ 280,43).

A novidade da Rail Europe (www.raileurope.com), cujas rotas abrangem 22 países, é a promoção que concede 25% de desconto sobre o já reduzido preço doYouth Pass para quem fizer reservas até 30 de maio. A oferta dá direito a viagens ilimitadas em rotas na Suíça e na França, e inclui entradas gratuitas em museus. As tarifas saem por a partir de € 93 (R$246) . “O mais interessante dessa promoção é o desconto adicional para esse público jovem”,afirma a representante oficial da RailEurope para a América Latina, María Corinaldesi.

Até os passes de trem menos conhecidos aqui no Brasil dão vantagens. No Balkan Flaxipass (Bulgária,Grécia,Macedônia,Sérvia,Montenegro,Romênia e Turquia), o valor do tíquete youth é 40% mais barato do que o adulto – e o cliente ainda viaja na primeira classe. Quer ir para o Japão? Pois saiba que o Jr East Pass também reduz em 20% a tarifa para os jovens.

MAIS BENEFÍCIOS
A melhor maneira de desfrutar de vantagens em hotéis,restaurantes e lojas no exterior é ter em mãos a carteirinha internacional de estudante ou o Jovem Card. Esses documentos têm foto, comprovam a idade do turista e garantem descontos em milhares de estabelecimentos conveniados ao redor do mundo.
A carteirinha International Student Identity Card (ISIC), por exemplo,é válida em 118 países e reduz o preço de passagens aéreas, aluguel de carro, albergues, bares, cinemas e lojas. Só na Inglaterra, ela pode ser usada em mil lugares. Na França, o cartão dá desconto em cinemas, teatros, museus e livrarias. Confira todas as vantagens no site www.carteiradoestudante.com.br.

Redes hoteleiras, como Ibis e Best Western, também participam
Para quem não é mais estudante e ainda não passou dos 25 anos, a dica é o Jovem Card (www.jovemcard.com.br),vendido no Brasil pelo STB (a R$ 35). O cartão é válido por um ano e acumula benefícios em estabelecimentos no Brasil e no mundo – 100 mil só na Europa. Com ele, o viajante consegue descontos em hotéis das redes Ibis, Holiday Inn e Best Western, nas lanchonetes Burguer King, McDonald’s e Friday’s, em aluguel de carro das empresas Avis e Europcar, em lojas como Virgin e Diesel, e em passes de trem, avião, ônibus e barco. Com tantas vantagens, fica fácil arranjar um motivo para rodar o mundo.

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Descrição adicional: Tax Refund. Devolução de Imposto. Vat Refund. Retorno de imposto.
Imposto em compras na Europa. Tax Free
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O imposto que você paga nas compras lá fora pode ser devolvido no aeroporto daquele país, mediante apresentação dos cupons de compra. O imposto é o equivalente ao ICMS do Brasil (chamado de VAT lá fora). Tax Free é um programa do país estrangeiro em que é devolvido o valor pago pelo estrangeiro - já que ele não será beneficiado diretamente pelo uso do imposto recolhido.

DutyFree é a zona (área) em que não se incide imposto, como a Zona Franca de Manaus.

Isso não tem relação com a Alfândega e imposto de importação.

Embora tenha empresas especializadas para isso, com alguma ajuda das lojas você consegue recuperar o valor do imposto pago sobre compras.
As regras básicas são:
- a compra deve ser acima de certo valor (varia de país para país) e na mesma loja, na mesma compra. Compras separadas não podem ser contabilizadas para atingir o valor
- a compra deve ser de mercadoria que será trazida para o Brasil. Na Europa, basta que voce vá viajar em um país fora da comunidade européia.
- Mercadorias devem ser duráveis (não consumíveis).

Na comunidade Européia:
TAX FREE REFUND - que permite a devolução de imposto gasto no país da Europa - tem várias regras. Por exemplo, serve apenas para produtos que você está levando consigo para fora do país e não aqueles que foram consumidos (portanto, não serve nota de combustível, refeição, etc). O valor mínimo é POR COMPRA, POR LOJA, não é a soma das quantias.

 FAÇA VOCÊ MESMO
Primeiro, prefira comprar em lojas que tem o selo TAX FREE indicando que eles são cadastrados para isso. Algumas lojas não tem esse programa.
Em geral, precisa preenchar NA PRÓPRIA LOJA onde foram feitas as compras um formulário PROPRIO para tax free (o funcionário fará isso).
VALORES. Cada país tem um valor mínimo de compras. A propria loja pode informar os turistas das regras e valores. Formulários estão distribuídos em grandes magazines.
DEVOLUÇÃO. Depois, no aeroporto do país de saída, pede-se o refund (pode ser qualquer país, diverso da compra efetuada), apresentando o documento que recebeu na loja. Você pode receber em euro e até em dólares (na Europa).
Quando não é a própria loja que fez o formulário, você terá que fazê-lo no aeroporto, o que pode dar um pouco mais de trabalho, pois o local para preenchimento dos documentos pode ser diferente do balcão de retirada do dinheiro.

Sistema de reembolso do IVA
Os viajantes de fora da União Europeia têm direito ao reembolso do IVA das mercadorias que compraram durante a sua estadia na União Europeia, se estas forem apresentadas na alfândega no momento da partida, juntamente com os documentos necessários ao reembolso do IVA, no prazo de três meses a contar da sua compra. Regra geral, estes documentos são emitidos pelo vendedor, embora uma vez que se trata de um regime voluntário nem todos os comerciantes participem. Alguns países fixam um valor de compras mínimo para se poder beneficiar desse reembolso.
(Fonte: Viajar na Europa - http://europa.eu/abc/travel/shop/index_pt.htm)

::::links::::
* Globo.com: http://oglobo.globo.com/viag…
(…) Há empresas que agilizam o processo de reembolso, mediante a cobrança de uma taxa - geralmente deduzido do total a ser devolvido ao cliente. Na Espanha, onde se paga 16% de IVA, o turista estrangeiro consegue 13,8% em média de devolução sobre o valor das compras. Na Argentina, dos 21% cobrados pelo governo, o sistema Tax Free devolve 16%. Veja abaixo como funciona este sistema e as normas que se aplicam a cada país, como valor mínimo exigido para que se possa pedir a isenção do imposto, valor das taxas etc.

* InfoMoney: http://www2.uol.com.br/infopesso…

# Alemanha - Tem direito ao reembolso quem fizer compras de no mínimo 25 euros, num mesmo estabelecimento, num mesmo dia. A devolução é de 15,97% na maioria dos artigos. Para livros e alguns alimentos a devolução é de 7%.
# Itália - Na velha bota, o turista pode ser isento em 4%, 10% e 20% dependendo do que foi comprado. No entanto, é preciso ter feito compras de no mínimo 154,94 euros, em um mesmo dia, e em uma mesma loja;
# França - Em compras a partir de 175 euros, nume mesmo dia e mesma loja, é possível solicitar reembolso de até 16,38%. No país é preciso solicitar ao vendedor um formulário de venda para exportação, emitido em três via, que será assinado pelo vendedor e pelo cliente e apresentado na Alfândega;
# Espanha - A devolução do IVA/VAT chega a 13,8%, mas só pode ser solicitada em compras com valor mínimo de 90,15 euros em uma mesma loja;
# Canadá - O Canadá é o único país que permite a devolução do IVA/VAT em bens e serviços, como hospedagem, por exemplo (desde que o período seja inferior a um mês). Para solicitar o reembolso - de 15% - é preciso preencher uma ficha que pode ser retirada em grandes lojas, duty free e hotéis. O valor mínimo da nota deve ser de US$ 50;
# Argentina - Para ter direito ao reembolso a compra deve ser de, no mínimo, 70 pesos. Não há prazo limite para obter a devolução, que será de 16% do preço da compra.

* Revista Viagem e Turismo: http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/antesdeviajar/….

::: Matéria de outubro de 2007::::

Pague e pegue (seu dinheiro de volta)
Como se livrar dos impostos na hora de fazer compras em outros países
Bruno Agostini -Talita Ribeiro
Melhor que aproveitar o dólar barato para comprar no exterior é ganhar descontos sobre as mercadorias adquiridas lá fora. Nem todo mundo sabe, mas estrangeiros muitas vezes são isentos de impostos equivalentes ao nosso Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS), comumente chamado de Imposto de Valor Agregado (IVA) em vários países.

Em geral o mecanismo é simples. Na hora da compra, solicite o formulário de isenção, preenchido muitas vezes pelo próprio funcionário da loja. A nota fiscal é anexada ao documento. No aeroporto, ao voltar para casa, apresente esses papéis num guichê. Em seguida, escolha entre receber em dinheiro, na hora, através do cartão de crédito e cheque, enviado para o endereço determinado. Cada país mantém uma política própria, quase sempre condicionada a compras acima de determinado valor.
Na Europa, várias nações têm o esquema. Porém as filas para o processo de solicitação de reembolso são grandes, segundo a representante da Comunidade Européia no Brasil, Teresa Ortiz. A dica é antecipar a chegada ao aeroporto em pelo menos uma ou duas horas. E, às vezes, a autoridade checa se o passageiro está realmente carregando a mercadoria declarada. Para facilitar, leve os presentinhos em uma mala separada. Algumas empresas oferecem soluções rápidas diante de uma taxa, como a Global Refund e a Premier Tax free. Elas devolvem o dinheiro cobrando até 6% do valor restituído.

Cada país, um esquema

Canadá
A alíquota de bens e serviços é de 15%. Para solicitar o reembolso, é preciso preencher uma ficha que pode ser retirada em grandes lojas, duty-free e hotéis. O valor mínimo da nota é de US$ 50* para pedir o reembolso.

Holanda
O país tem mais de 4 500 estabelecimentos participantes. Basta gastar desde € 50* para ter direito à devolução de até 13,75%.

Portugal
O valor mínimo para a compra com direito a reembolso varia: € 60,35* (no continente) e € 57,36* (nas ilhas). Você recebe de volta entre 10,5% e 14%. São 5 mil lojas no programa.

Espanha
Descontos de 13,79% nas compras desde € 90,15*.

Argentina
Devolução de 17,35% do valor total para as compras acima de 70 pesos*.

Noruega
O reembolso pode chegar a até 25% para compras desde 310 coroas norueguesas* (cerca de US$ 53).

Suíça
Reembolso de 7,6% só para compras desde 300 francos suíços* (ou US$ 250) em 5 500 estabelecimentos participantes.

França
São mais de 15 mil lojas credenciadas. Você pode receber de volta até 16,38% desde que gaste € 175*.

Alemanha
Mais de 40 mil lojas participam do programa. As compras devem ser de, no mínimo, € 25*. A devolução é de 15,97% (ou 6,64% para alguns produtos, como comida e livros).

Áustria
Gastando desde € 75,01* em mais de 15 mil estabelecimentos, você pode receber entre 9,09% (livros e comida) e 16,67%.

Itália
O turista pode ser isento de impostos que variam entre 4%, 10% e 20%, dependendo do produto adquirido. Mas apenas em compras desde € 154,94*. O país tem 18 mil lojas credenciadas.

Turquia
São 2 mil lojas credenciadas a reembolsar o turista com 8% ou 18% do valor da compra, desde que acima de 100 liras turcas* (cerca de US$ 75).

Grécia
O reembolso é de até 18% em compras que ultrapassem € 120*. O país tem mais de 2 mil lojas afiliadas ao esquema.

Coréia do Norte
São apenas 600 lojas associadas. Para ter direito ao reembolso de 8%, é preciso gastar acima de 30 000 wons* (cerca de US$ 32).

Cingapura
Tem um dos processos mais simples de retorno do imposto, com alíquota de 7%. O reembolso deve ser solicitado no aeroporto.

As empresas
• Global Refund - globalrefund.com
Onde atua: Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Cingapura, Coréia do Sul, Croácia, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Letônia, Líbano, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Noruega, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Suécia, Suíça, Turquia.

• Premier Tax free - premiertaxfree.com
Onde atua: Alemanha, Áustria, Bélgica, Canadá, França, Holanda, Irlanda, Itália, Jordânia, Portugal, Cingapura, República Tcheca, Suíça, Reino Unido, Espanha.

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CANADA
Em agosto, 1 dólar canadense (CAD$) valia 1,99 reais (menos que o dólar americano). Para ter uma idéia do custo de vida, o litro de gasolina sai por CAD$ 0,90 (embora chegue a CAD$ 3, pois nos fins de semana aumenta!). Um café no Tim Hortons, rede com uma casa em cada esquina (com muffins e donuts deliciosos), custa CAD$ 1,25. Um lanche de rua, como uma pizza ou uma bagel? De CAD$ 2 a CAD$ 3. Uma entrada de cinema, CAD$ 13; uma cerveja, CAD$ 5; passagem de ônibus, CAD$ 2,60 (individual), CAD$ 6 (o dia) e CAD$ 63 (o mês). Importante: como estrangeiro, você tem o direito de ser reembolsado pelo imposto pago em diárias de hotéis, excursões e mercadorias. Compras devem somar CAD$ 200 (descontado o imposto), e cada recibo deve ter um valor de CAD$ 50. Mande os formulários (disponíveis nos aeroportos e hotéis) para o Visitor Rebate Program, Canada Customs and Revenue Agency, Summerside Tax Centre (275, Pope Rd., Suite 104, Summerside, PE C1N 6C6). O preço marcado na etiqueta nunca contém o imposto.
(RVT, Setembro 2005)

PORTUGAL
É permitido trazer até US$ 500 em mercadorias, sem pagar taxas de importação. O valor do IVA, o imposto local, pode ser reembolsado na saída do país, desde que você pegue nas lojas o formulário de tax free e apresente na alfândega, na saída, junto com as notas fiscais.
(RVT, abril 2007)

ITÁLIA
A Itália é famosa por artigos de design, roupas de grife, sapatos e delícias gourmet. É permitido trazer até US$ 500 em mercadorias, sem pagar taxa de importação. O valor do IVA, o imposto local, pode ser reembolsado na saí­da do país, desde que você pegue nas lojas o formulário de tax free e apresente na alfândega, junto com as notas fiscais.
(RVT, Maio 2007)

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* Volta e meia aparece notícias de brasileiros barrados na imigração da Europa. É Lisboa, Madri, Londres. Isso nunca é notícia nova, exceto aos desavisados. Mas uma regra sempre é certa: quem não deve não teme.
* Vôos com conexão é mais fácil? A questão é que todos os países em que você esteja fazendo vôo de conexão, eles são menos rigorosos, porque seu destino final é outro país. Exigem menos coisas, fazem menos perguntas. Mas, é claro, em tempos de crise pode ser que eles não estejam de bom humor…
* Então, prepare sua viagem para tudo sair certo: documentação, hotel, comprovantes… Também conta a apararência (nada de aparecer como um hippie dos anos 70). E deixe todos papeis e comprovantes à mão. Não adianta fazer de conta que não acontecerá com você.
* Mantenha a calma e não seja esbaforido ao falar na imigração. Não sabe falar inglês nem espanhol? Seja educado, mantenha a compostura, tente mímicas mas sem parecer um louco esquizofrênico. Peça para um amigo escrever uma carta de apresentação em inglês, sobre como, quando e quanto você vai ficar, gastar, visitar.
* Aqueles que querem viajar sem planos que se cuidem: a falta de comprovação de reserva em hotel pode ser um empecilho.
Vai ficar na casa de um amigo? Não esqueça de ter o endereço na mão. E a passagem de volta. Europeus (e americanos) têm um medo danado que você resolva ficar por ali.

EUROPA - Espaço Schengen
INTEGRANTES: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Itália, Islândia, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, República Tcheca, Hungria, Suécia e Portugal. Suiça e Noruega concordam em seguir as regras do acordo.

NÃO INTEGRANTES: Grécia, Chipre, Romênia, Bulgária, Antilhas, não são ainda membros de pleno direito do Espaço Schengen. Nos países não membros do tratado, poderá ser necessário um visto para entrar nesses países. (Essa lista vai mudando, a medida que os países vão aderindo à Comunidade Européia)
Não optantes: Reino Unido e a Irlanda (tem acordo de cooperação, mas não é membro).

* estadia por um período máximo de três meses
* a posse de um documento de viagem válido;
* a capacidade de demonstrar o objetivo da viagem;
* e a posse de meios de subsistência suficientes para o período de estada e para o regresso; (em geral, pelo menos 40 euros por dia - em dinheiro, traveller ou cartão de crédito - não esqueça que cartão de crédito precisaria de uma comprovação do limite de crédito).

* além disso, seu nome não deve estar referido no Sistema de Informação de Schengen para efeitos de recusa de entrada e não deve ser considerado como uma ameaça à ordem pública ou à segurança nacional dos Estados Schengen.

* Seguro-saúde, exigido pela maioria dos países. Espanha, Itália e Portugal tem convêncio com o INSS - mas precisa ir até o INSS.

Portugal ainda pode pedir: comprovante de vínculo empregatício. Vide link do Site da Embaixada: # de documento comprovativo de vínculo laboral ou actividade profissional no Brasil (devidamente reconhecido em Cartório e autenticado no Consulado de Portugal na área de residência);
* França:não tem convênio com o INSS, tem que ter seguro-saúde obrigatório.

Para qualquer dúvida, sempre visite o site das Embaixadas, onde haverá dados atualizados.

LINK: http://ec.europa.eu/youreurope/nav…

Leia mais: Matéria Jornal do Estado de São Paulo, publicado em 18 de março de 2008 - Cuidados para não ser barrado na imigração:
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RESERVAS - Leve o comprovante da reserva da passagem aérea e da hospedagem - são exigências da maioria dos países do acordo de Schengen, e desejáveis no Reino Unido. No caso de intercambistas, não esqueça a carta da escola e o comprovante de matrícula do curso. Tereza Fulfaro, diretora Educacional da CI, recomenda que os estudantes informem-se sobre o destino antes da viagem. ”Alunos bem orientados eliminam 90% das chances de problema com a alfândega”, diz. Alguns países também pedem uma verba mínima diária, de acordo com o tempo de permanência. Na Espanha, por exemplo, a quantia é de 60 (R$ 155) por dia.
SEGURO-SAÚDE - Boa parte dos países do Tratado de Schengen exigem seguro-viagem internacional, com cobertura de 30 mil (R$ 78 mil).
PASSAPORTE - Quase todos exigem que o passaporte seja válido por pelo menos seis meses da data de chegada. A exceção é Portugal, que aceita o documento com validade por apenas três meses.
EXTRAS. Todos esses cuidados, no entanto, podem não ser suficientes para o agente de imigração. Por isso, procure colocar na bolsa o maior número de documentos possíveis que comprovem sua intenção de voltar para o Brasil.
Alguns exemplos: carteira de trabalho, carta da empresa onde você trabalha e carta-convite (no caso de congressos ou reuniões), além de extrato bancário ou comprovante do limite do cartão de crédito. Até mesmo passaportes antigos, com vistos para outros países, podem fazer a diferença entre ficar ou ser mandado de volta.
MESMO COM VISTO... Na hora de tirar o visto para os EUA, o formulário avisa: o documento não garante a entrada no país. Por isso, recomenda-se ter calma para responder às perguntas da imigração. E leve aqueles comprovantes de reserva, já citados acima.

TOPICOS RELACIONADOS
* Europa em linhas gerais
* Aos iniciantes
* Vacinas
* Seguro-Viagem

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Site da Anac tem a legislação da aviação brasileira, tais como proibições de vôos, bagagens e informações sobre aeroportos.

Ainda, para facilitar os turistas, está disponibilizando um guia básico sobre direitos e deveres, bagagens, documentos, transporte de animais…

Guia Verão 2008: http://www.anac.gov.br/arquivos/pdf/guia_verao2008.pdf

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Descrição Adicional: Visto norte-americano. Visto EUA. Como obter o visto aos Estados Unidos. Novo formulário DS-160. Preenchimento do formulário DS-160.
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(Atualização: agosto 2010. Alterações desde abril: o valor da taxa em dólares está diferente. Não mais é permitido entrada com eletrônicos em São Paulo e Rio de Janeiro)

Março de 2010: formulário de visto alterado para o eletrônico DS-160, que unifica os anteriores.  O formulário é preenchido na internet, tem campo para foto e código de barras. Será obrigatório para todas entrevistas marcadas a partir de abril de 2010. Quem não entregar o novo formulário, terá que REAGENDAR a entrevistas, não poderá ser preenchido na hora. O formulário DS-160 deve ser preenchido e enviado online, está em inglês mas se posicionar o cursor do mouse aparece a tradução - pelo menos 2 DOIS dias antes da entrevista, não deixe para última hora.

A página de confirmação deve ser impress, não é necessário levar o formulário impresso. Você pode salvar o formulário para preencher depois e deve ser preenchido em inglês. Leia a seção sobre o formulário DS-160 no site da Embaixada.

O visto voltará a ser de máximo de 10 anos.  Até então, o visto tinha prazo máximo de 5 anos, desde os atentados terroristas de 11 de setembro (2001). Também se planeja redução das filas de espera e atendimento mais rápido.

No dia da entrevista, é obrigatório levar uma foto. (mesmo que tenha sido enviada no formulário eletronico).

Como obter o visto (primeira vez):

1. Obter um agendamento (R$38,00) e preencher o formulário online.
Visto Online http://www.visto-eua.com.br/agendamento-web/index.jsp?locale=pt_BR
Na página principal, contém a previsão de agendamento para as capitais onde é tirado o visto: Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

2. Pague a taxa de US$ 140.00 no Citibank (turismo, negócios, estudante F e intercâmbio J). Absolutamente todas as taxas são pagas independentemente da emissão do visto.

3. Preencha o formulário DS-160, pelo menos dois dias antes da data agendada para entrevista.

4. Faça a entrevista. Leia as informações da página Visto Online sobre quaisquer notícias do Consulado. Atualmente, recomenda-se não levar eletrônicos no Rio de Janeiro e São Paulo. Resposta sobre emissão sai na hora da entrevista. Se aceito, paga uma taxa de envio da documentação (cerca de R$ 15,00) ou marca retirada no local.
Vide site da Embaixada

Renovação:

Se você irá renovar seu visto e não possui mais o passaporte anterior com o visto expirado (por exemplo, a Policia Federal reteve seu passaporte quando lhe entregou o novo), favor trazer para a entrevista agendada uma fotocópia do passaporte anterior, se possível, (preferencialmente de todas as páginas, ou pelo menos da página com o visto anterior). Sem uma cópia do visto expirado, o processo de renovação pode levar mais tempo.

Pessoas renovando o visto por outro do mesmo tipo que ainda esteja válido ou que tenha expirado há menos de 12 meses, poderão não precisar de uma entrevista com o Oficial Consular, mas terão que fazer o agendamento para a coleta eletrônica de informações biométricas (digitais). Nesses casos deverão trazer todos os documentos relacionados ao processo de solicitação de visto, e realizar o pagamento de taxa extra para o tipo de visto solicitado, se necessário for, bem como o pagamento do serviço de entrega expressa para o envio dos passaportes enquanto estiverem na Embaixada ou no Consulado.

Consulado Americano em São Paulo
ENDEREÇO: Henri Dunant, 500 (Santo Amaro). Antes localizava-se nas imediações da Avenida Paulista.

Perto do Shopping Morumbi, Estação Morumbi (CPTM Linha C) e da Avenida Santo Amaro.

TRANSPORTE:
METRÔ /TREM (integrado) - mais barato - por 2,40- tempo estimado 01h18min:
- Linha 1 (Azul) Embarque na estação Tietê. Siga até Sé
- Na estação Sé, transfira para a Linha 3 (Vermelha-Laranja) -
Metrô Linha 3 (Vermelha-Laranja) da Sé Siga até Barra Funda
- Na estação Palmeiras/Barra Funda, transfira para a Linha B - CPTM (Transferência gratuita). CPTM Linha B Siga até Presidente Altino.
- Na estação Presidente Altino, transfira para a Linha C - CPTM (Transferência gratuita). Linha C Siga até Morumbi
- Desça em direção ao Shopping Morumbi, siga a Chucri Zaidan até o final, onde estará a rua do Consulado (Henri Dunant), vai dar uns 10 a 15 minutos andando.

ONIBUS: Depende de onde estiver. Se necessitar ônibus e metrô, terá de pagar duas conduções (R$ 2,40 cada -exceto quem for da cidade e tiver o Bilhete Unico - R$3,50) Para a Avenida Santo Amaro, altura do 5900. Da Avenida Paulista, há o ônibus Terminal Santo Amaro (669A-10), descer na Parada Bela Vista. Tempo previsto: 35-40 minutos.

Do Terminal Rodoviário do Tietê, há três trajetos possíveis, levará, em média 1 hora:
1) deve-se pegar o Metrô, até Estação São Judas (25minutos). Pegar o ônibus 6751-10, Terminal João Dias. Descer na Parada Banespa,proximo ao número 5300 (27 minutos).
2) Ou pegar Metrô até a linha Verde (pegar baldeação da linha Azul na estação Paraíso, ir na Linha Verde direção Vila Madalena - descer na Trianon - cerca de 22 minutos) e depois pegar o ônibus Terminal Santo Amaro, descer na Parada Bela Vista -cerca de 34 min. Trajeto de cerca de 45-60 minutos, sem trânsito, qualquer das opções.
3) Metrô até Ana Rosa. Pegar ônibus 675-N - Terminal Santo Amaro e descer na rua Amaro Guerra com a Henri Dunant (cerca de 1 hora).

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HOSPEDAGEM
Hotel econômico: Formule 1 no centro (Av. São João), um dos mais baratos da cidade.
* Dois novos hoteis serão inaugurados nas imediações do Consulado. Um Formule 1 Morumbi (média de R$ 109) e outro Ibis Morumbi (R$ 140) (abertos em maio/2008 - já inauguraram os dois).
* Albergue (Hostel) na República (imediações do centro) http://www.hostel.com.br/
Tarifas em janeiro de 2008: R$ 69 o quarto individual ou R$41 o comunitário para não-filiados.
Rua Barão de Campinas, 94 - Centro - São Paulo / SP - Fone: (11) 3333-0844 / Fax: (11) 3338-1414
* Estação República do metrô, vai direto para a Barra Funda e segue o roteiro de trem acima.
* Tem outro albergue no Paraíso porém mais distante do Consulado.

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A entrevista. O que perguntam na entrevista para visto no Consulado?
Boa parte das perguntas não exigem documentação para provar. Espera-se a boa fé das pessoas. Mas os entrevistadores são muito perspicazes em saber quem está mentindo. E podem recusar dar o visto até sem te dar um motivo. Não é possível recorrer da decisão.

O melhor é já levar documentos que comprovem o que se está dizendo. Os documentos, preferencialmente, devem ser oficiais, emitidos pelo governo (imposto de renda, CTPS, declaração no INSS, etc).

Perguntas são referentes a bens que condizam com o custeio da viagem. Se estudante, quem está bancando o preço do curso e hospedagem. Se turismo, quem paga, se tem trabalho fixo há muito tempo; se o emprego paga o suficiente.
Para evitar delongas, tente já entregar documentos que se prestem a comprovar que você possui recursos para arcar com a viagem e que vai voltar ao Brasil. Demonstrativos de Imposto de Renda ou Holerits (pagamento de salário) são indicativos. Se profissional liberal, apenas imposto de renda ou comprovante de rendas fidedignos (o documento emitido por empresa ou por contador pode não ser considerado como comprovante). Imóveis próprios também. Saldo de conta bancária. Enfim, qualquer coisa que indique que se possa bancar uma viagem.
VÍNCULOS COM O PAÍS. Quaisquer informações que demonstrem que você irá retornar ao país: emprego fixo com carteira assinada, faculdade ou escola com matrícula realizada; família e bens que dependem de seu retorno; etc.

Relações familiares: se a família reside e trabalha no país. Se você tem parentes nos EUA, certifique-se então de que tenha fortes indícios que você não vai lá para morar, mas apenas para visitar.

O que não interessa: se tem telefone, celular, carro, moto… se já comprou a passagem (exceto se estiver em trânsito: apenas fazendo escala e vôo de conexão).
O que ajuda: se já teve visto anterior, se já visitou o país. (leve algum comprovante, passaporte anterior…), se um parente que irá viajar já possui o visto.
O que não ajuda: não ter emprego fixo, não declarar imposto de renda, não morar com a família (ser solteiro), muda de cidade constantemente.

Do site da embaixada: 

Documentos Adicionais

De acordo com a Lei de Imigração e Naturalização dos EUA, todos os solicitantes devem mostrar que possuem fortes vínculos com seu país de residência e que pretendem deixar os Estados Unidos após uma visita temporária. Embora não exista nenhuma lista de documentos específicos a serem apresentados para demostrar vínculos fortes fora dos EUA, muitos solicitantes gostariam de trazer documentos adicionais para demostrar tais vínculos.  Tais documentos podem incluir os seguintes:

  • Carteira de trabalho, declaração de imposto de renda da pessoa física, contracheques, certidão de casamento/nascimento, extratos bancários, documento de carro, documento de bens, declaração da escola, declaração do empregador, e, no caso de empresários ou socios, imposto de renda da pessoa jurídica, certidão recente do CNPJ, et cetera;
  • Passaportes vencidos assim como passaportes atuais e vencidos de outras pessoas que irão viajar com você, especialmente se forem membros da família.  Passaportes atuais e vencidos para membros da familia ainda que não estejam viajando com você pdem ajudar, também.  Se você for renovar seu passaporte e acredita que o passaporte antigo poderá ser retido pela Policia Federal é aconselhavel que tire uma cópia completa do passaporte antigo antes de solicitar o novo, e que traga a cópia à entrevista;
  • Qualquer visto americano anterior contido no seu passaporte atual ou vencido, ou uma cópia do mesmo, especialmente se você estiver renovando o visto por outro do mesmo tipo que ainda esteja válido ou que tenha expirado há menos de 12 meses (através de programas de renovação de vistos);
  • Se uma terceira pessoa irá custear a sua viagem seria importante trazer documentos que comprovem os vínculos que esta pessoa ou organização têm fora dos EUA, tanto como os documentos que comprovem os vínculos do solicitante ao país de residencia.  Os mesmos tipos de documentos recomendados acima para solicitantes podem ser trazidos para os patrocinadores da viagem.  No caso do patrocinador ser baseado nos EUA (por exemplo, uma organização com sede nos EUA, um cidadão americano, ou um residente permanente legal nos EUA), poderá ser mais difícil a comprovação de vínculos fora dos Estados Unidos (favor visitar a página com Perguntas Freqüentes).
  • É importante notar que se o Oficial Consular pede documentos como os mencionados acima sem você trouxer, é possível que você tera que voltar em outro dia com os mesmos.  Além disso, em determinados casos, o Oficial Consular poderá requisitar documentos que não estejam mencionados no website para possibilitar a comprovação de vínculos suficientes.

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    :::links:::

    - informações completas no site da Embaixada Americana sobre os requisitos do visto.

    - Informações do Departamento de Estado dos Estados Unidos (em inglês)

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    TÓPICOS RELACIONADOS

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    Descrição Adicional: limites de bagagem vindo do exterior, quota Duty Free, Compras no exterior (atualização: agosto 2010)
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    RESTRIÇÕES voltando ao Brasil:
    É bom saber as regras da Receita Federal sobre o transporte de valores e compras feitas em outros países.
    Para sair do Brasil sem precisar fazer uma declaração ao órgão, o turista pode levar no máximo R$ 10 mil em dinheiro, ou o equivalente em outra moeda. Se sair com mais de R$10 mil, deverá fazer uma declaração (e-DPV).
    Na volta, em viagens aéreas ou marítimas, não se pode trazer mais de US$ 500 em compras.
    Os passageiros que saem ou chegam por aeroportos em viagens internacionais têm direito a gastar outros US$ 500 nas lojas Duty Free, que vendem produtos isentos de taxas.

    Bens importados já nacionalizados (como, por exemplo, em que foi feita a declaração na Receita Federal antes do embarque) remanescem livre de impostos e não serão contabilizados na quota, mas deve ser guardado o comprovante desta declaração. Agora não é mais necessário declarar antes da sair sua máquina fotográfica importada. Mas computadores e filmadoras ainda precisam.

    NOVAS REGRAS (Agosto 2010):
    A partir de dia 1º de outubro de 2010, a Receita Federal nos pontos de alfândega (aeroportos internacionais), começam a valer novas regras de bagagem do viajante. Ficou esclarecido o que seria “bens de consumo pessoal” isentos de pagamento de imposto de importação (antes eram apenas roupas). Agora incluem eletrônicos compatíveis com a viagem (câmera fotográfica, celular… creio que GPS também se insira nesse conceito).
    Porém, apenas em quantidade que não implique importação para venda (em geral, UM item, mas caso tenha fiscalização, será considerado outros aspectos da viagem para eventual cobrança de tributos).
    Também limitaram quantidade de itens dentro da quota. São 12 bebidas alcólicas (vinhos, licores, uisques), 10 maços de cigarro (até 200 cigarros), 10 pequenos itens inferior a 10 dólares iguais; 3 itens de outros produtos (total de 20). Acima dessa quantidade incidirá imposto. Quantidades para Zona Franca (Duty Free) continuam as anteriores.
    As novas normas são:  Portaria Ministerial 440  | Instrução Normativa 1059/201.

    A principal diferença foi incluir alguns artigos como Bens de Uso Pessoal, e colocá-los na isenção.

    Art. 7º O viajante procedente do exterior poderá trazer em sua bagagem acompanhada, com a isenção dos tributos a que se refere o art. 6º:
    II - bens de uso ou consumo pessoal;

    A norma legal descreve: uma máquina fotográfica, um relógio de pulso e um telefone celular usados que o viajante porte consigo, desde que em compatibilidade com as circunstâncias da viagem. Também podem ser incluídos outros bens, até eletrônicos, mas dependerá do entendimento do fiscal na alfândega -e, possivelmente, do valor da mercadoria.

    Uma matéria da Revisto IstoÉ menciona que, por uma questão de lobby das indústrias, não está incluídos notebooks e filmadoras. (Ou se “nacionaliza” a mercadoria no Posto da Receita Federal, ou leva a nota fiscal, para comprovar que comprou no Brasil).

    Se comprar Notebook no exterior, ficará sujeito à fiscalização e contabilização do bem dentro da quota de $500 dólares em viagem aérea.

    Como parâmetro exemplificativo, podemos aplicar a lista de bens de consumo pessoal descritos para admissão temporária de estrangeiros:
    I - artigos de vestuário e seus acessórios, adornos pessoais e produtos de higiene e beleza;
    II - binóculos e câmeras fotográficas, acompanhados de quantidades compatíveis de baterias e acessórios;
    III - aparelhos portáteis para gravação ou reprodução de som e imagem, acompanhados de quantidade compatível dos correspondentes meios físicos de suporte das gravações, baterias e acessórios;
    IV - instrumentos musicais portáteis;
    V - telefones celulares;
    VI - ferramentas e objetos manuais, inclusive computadores portáteis, para o exercício de atividade profissional ou de lazer do viajante;
    VII - carrinhos de transporte de crianças e equipamentos auxiliares para deslocamento do viajante com necessidades especiais;
    VIII - artigos para práticas desportivas a serem desenvolvidas pelo viajante; e
    IX - aparelhos portáteis de hemodiálise e equipamentos médicos similares ou congêneres.
    (Art. 5º, § 1o)

    Também limitou quantidades para a quota (dentro daqueles $500 via aérea/fluvial):
    * bebidas alcoólicas: 12 (doze) litros, no total;
    * cigarros: 10 (dez) maços, no total, contendo, cada um, 20 (vinte) unidades;
    * charutos ou cigarrilhas: 25 (vinte e cinco) unidades, no total;
    *  fumo: 250 (duzentos e cinquenta) gramas, no total;
    * outros bens não relacionados acima, de valor unitário inferior a US$ 10,00 (dez dólares dos Estados Unidos da América): 20 (vinte) unidades, no total, desde que não haja mais do que 10 (dez) unidades idênticas; e
    VI - bens não relacionados anteriormente (superiores a 10 dólares): 20 (vinte) unidades, no total, desde que não haja mais do que 3 (três) unidades idênticas.

    A Alfândega Brasileira considera “bagagem” os bens, novos ou usados, destinados ao uso ou para consumo pessoal, compatíveis com as circunstâncias da viagem. Qualquer coisa que se traga do exterior em quantidade que seja considerada para revenda, poderá ser confiscada no Aeroporto. “Bagagem acompanhada” é a bagagem trazida com o viajante no mesmo meio de transporte em que ele ou ela está viajando, desde que não haja conhecimento de transporte emitido para o conteúdo da bagagem. “Bagagem desacompanhada” é a bagagem para a qual um conhecimento de transporte (ou documento semelhante) tenha sido emitido.

    Estão excluídos do conceito de bagagem:
    * veículos automotores em geral, motocicletas, motonetas, bicicletas com motor, motores para embarcação, motos aquáticas e similares, casas rodantes (motor homes), aeronaves e embarcações de todo tipo; e
    * partes e peças dos bens relacionados no inciso I, exceto os bens unitários, de valor inferior aos limites de isenção, relacionados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).

    Bens com necessidade de DECLARAÇÃO:
    I - animais, vegetais ou suas partes, sementes, produtos de origem animal ou vegetal, produtos veterinários ou agrotóxicos;
    II - produtos médicos, produtos para diagnóstico in vitro, produtos para limpeza ou materiais biológicos;
    III - medicamentos, exceto os de uso pessoal, ou alimentos de qualquer tipo;
    IV - armas e munições;
    V - bens aos quais será dada destinação comercial ou industrial, ou outros bens que não sejam passíveis de enquadramento como bagagem, nos termos do art. 2º;
    VI - bens que devam ser submetidos a armazenamento para posterior despacho no regime comum de importação, na hipótese referida no inciso II do § 1o do art. 4o;
    VII - bens sujeitos ao regime aduaneiro especial de admissão temporária, nos termos do art. 5º, quando sua discriminação na DBA for obrigatória;
    VIII - bens cujo valor global ultrapasse o limite de isenção para a via de transporte, de acordo com o disposto no art. 33;
    IX - bens que excederem limite quantitativo para fruição da isenção, de acordo com o disposto no art. 33; ou
    X - valores em espécie em montante superior a R$ 10.000,00 (dez mil reais) ou seu equivalente em outra moeda.

    Limites de Duty Free no Brasil:
    - 24 unidades de bebidas alcoólicas, observado o quantitativo máximo de 12 unidades por tipo de bebida.
    - 20 maços de cigarros de fabricação estrangeira.
    - 25 unidades de charutos ou cigarilhas.
    - 250g de fumo preparado para cachimbo.
    - 10 unidades de artigos de toucador.
    - 3 unidades de relógios, brinquedos, jogos ou instrumentos elétricos ou eletrônicos.
    (Fonte: http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/2008/in8632008.htm )

    Restrições do Ministério da Agricultura e Pecuária:

    Restrições em Bagagens - InglêsRestrições em Bagagens - Inglês | Restrições em Bagagens - Português

    Saíndo do país:
    O Brasil deixa sair com compras de até $2000 dólares. Mas para entrar no país, o visitante deve se atentar para as restrições de cada país visitado:

    Indo para os EUA:
    Permite presentes no valor de US$100 (limite de US$800 para americanos voltando) sem imposto. São permitidos um pacote de 200 cigarros (ou 50 charutos) e um litro de bebida alcoólica (destilada). Plantas, carnes e produtos frescos não podem entrar no país – nem mesmo em um sanduíche. Fonte: Guia TimeOut
    Mercadorias proibidas nos EUA:
    Importação de medicamentos, charutos cubanos, plantas, comidas e animais. Mercadorias com explosivos,
    http://www.customs.gov/xp/cgov/travel/clearing_goods/restricted/

    Cigarros: http://www.customs.gov/linkh…

    Alemanha: 400 cigarros (or 50 charutos ou 250g tabaco).
    2 garrafas vinho or 1 litro de destilados
    1 laptop, 1 radio, 1 tape recorder, 1 typewriter, 1 video camera, 1 still camera + 10 rolls of film, 1 bicycle, fishing equipment, skis, golf clubs.

    Europa em geral:
    Produtos europeus - Quantidade aceita como sendo de uso pessoal:
    • 800 cigarros ou 400 charutos pequenos ou 1kg de tabaco.
    • 10 litros de bebida alcoólica (acima de 22% álcool) ou 110 litros de cerveja.

    Produtos vindos de fora da União Européia:
    • 200 cigarros ou 100 charutos pequenos ou 50 charutos
    ou 250g de fumo de tabaco.
    • 1 litro de bebida alcoólica (acima de 22% de álcool) ou 2 litros de vinho e cerveja
    • 50g de perfume
    • 500g de café

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    ITENS PROIBIDOS:
    * O viajante não pode trazer para o Brasil:
    + Cigarros e bebidas fabricados no Brasil, destinados à venda exclusivamente no exterior
    + Cigarros de marca que não seja comercializada no país de origem
    + Brinquedos, réplicas e simulacros de armas de fogo, que com estas se possam confundir, exceto se for para integrar coleção de usuário autorizado, nas condições fixadas pelo Comando do Exército Brasileiro
    + Espécies animais da fauna silvestre sem um parecer técnico e licença expedida pelo Ministério do Meio Ambiente
    + Quaisquer espécies aquáticas, em qualquer estágio de evolução, sem autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)
    + Produtos assinalados com marcas falsificadas, alteradas ou imitadas, ou que apresentem falsa indicação de procedência
    + Mercadorias cuja produção tenha violado direito autoral (”pirateadas”)
    + Produtos contendo organismos geneticamente modificados
    + Os agrotóxicos, seus componentes e afins
    + Mercadoria atentatória à moral, aos bons costumes, à saúde ou à ordem pública
    + Substâncias entorpecentes ou drogas

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    Alimentos perecíveis: a maioria das companhias aéreas proíbe esse tipo de mercadoria dentro da bagagem.
    Além disso, essa mercadoria deveria ser declarada na entrada do Brasil, para fiscalização sanitária, se houver certificado prévio ou autorização para importação. Do contrário, qualquer item perecível  será considerado como PROIBIDO e sujeito à apreensão e perda no Aeroporto. O órgão que fiscaliza é Ministério da Agricultura. Entre as proibições estão frutas, insetos, flores, plantas, animais, aves, peixes, carnes de qualquer tipo (mesmo enlatada ou embitudos), leite e produtos lácteos (queijos, iogurtes), mel, própolis, ovos, pescados, alimentos para animais, madeiras não tratadas, agrotóxicos, etc.

    Garrafas /Vinhos: não é mais permitido levar esse tipo de bagagem na mão, ou seja, ela deverá ser despachada - necessitando precauções para embalagem e remessa dessas garrafas.

    O limite é pelo peso e valor de $500 dólares, em quantidade que não seja considerada comercial (6 garrafas parece aceitável). Viajantes recomendam que se compre vinhos ou bebidas de diferentes marcas, para evitar ser considerado como fins comerciais. Após a entrada na área de segurança, é permitido comprar nas lojas de “free shop”, mantendo-se a sacola plástica lacrada, com nota fiscal visível.
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    :::links:::
    Loja Duty Free: www.dutyfreedufry.com.br. Consulta ao catálogo e preços. Possibilidade de reservas. As compras somente podem ser feitas por viajante internacional (com o comprovante de vôo ou bilhete).

    Receita Federal: Isenção de Tributos sobre a Bagagem | Conceito de Bagagem e valores

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  • Fazendo as Malas
  • Limite de Peso de Bagagens
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    Vacinas

    Países que exigem vacina da febre amarela:

    Afeganistão, África do Sul, Albânia, Angola, Antígua, e Barbuda, Antilhas Holandesas, Arábia Saudita, Argélia, Austrália, Bahamas, Bangladesh, Barbados, Belize, Benin, Bolívia, Brunei, Burkina Fasso, Burundi, Cabo Verde, Camarões, Camboja, Cazaquistão, Chade, China, Cingapura, Colômbia, Congo, Djibuti, Dominica, Egito, El Salvador, Equador, Eritréia, Etiópia, Fiji, Filipinas, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Grécia, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Haiti, Honduras, Iêmen, Ilha de Pitcairn, Ilhas Salomão, Índia, Indonésia, Iraque, Jamaica, Jordânia, Kiribati, Kuait, LaosLesoto, Líbano, Libéria, Líbia, Madagascar, Malásia, Malaui, Maldivas, Mali, Malta, Maurício, Mauritânia, México, Moçambique, Myanma, Namíbia, Nauru, Nepal, Nicarágua, Níger, Nigéria, Niue Nova, Caledônia, Omã, Panamá, Papua-Nova, Guiné, Paquistão, Paraguai, Peru, Polinésia Francesa, Palau, Portugal, Quênia, República Centro-Africana, Reunião , Ruanda, Samoa Americana, Samoa Ocidental, Santa Helena, Santa Lúcia, São Cristóvão, Névis, São Tomé, Príncipe São Vicente, Granadinas, Senegal, Serra Leoa, Seychelles, Síria, Somália, Sri Lanka, Suazilândia, Sudão, Suriname, Tailândia, Tanzânia, Togo, Tonga, Trinidad e Tobago, Uganda, Venezuela, Vietnã, Zaire, Zimbábue

    Do Jornal Estado de São Paulo (agosto 2006):
    O regulamento sanitário mundial requer dos brasileiros certificado internacional de vacina contra febre amarela para liberar a entrada em mais de cem países – inclusive Austrália, Bolívia, Colômbia, Grécia, Paraguai,PeruePortugal. A vacina contra a doença é gratuita e deve ser tomada no mínimo dez dias antes da viagem. Ela é oferecida nos postos da Anvisa, como os localizados no Aeroporto de Congonhas e no Internacional de São Paulo,em Cumbica, Guarulhos.

    >>> Também tem postos em rodoviárias. Em São Paulo, no terminal Barra Funda e no Tietê.

    Site Anvisa (Vigilância Sanitária):
    O Cartão Nacional de Vacina não possui validade internacional devendo ser apresentado nos postos da Anvisa em Portos, Aeroportos e Fronteiras ou Coordenações de Vigilância Sanitária para a emissão do CIV.

    Além da febre amarela, Outras vacinas são recomendadas como medida de prevenção do viajante que se desloca para qualquer país, como a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a dT (difteria e tétano) e hepatite B, e no deslocamento para áreas endêmicas, a poliomielite, influenza e meningite meningocócica. A principal orientação da Anvisa é que o viajante esteja em dia com seu calendário vacinal do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde.

    Para a emissão do CIV a autoridade sanitária exigirá do viajante:

    • Caso tenha realizado a vacinação em unidade de vacinação da rede municipal ou estadual, a apresentação do Cartão Nacional de Vacinação preenchido corretamente com: data da administração da vacina, lote da vacina, carimbo e assinatura do profissional que realizou, e identificação da unidade de saúde;
    • Documento de identidade oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de motorista válida, etc);
    • Imprescindível a presença do viajante.

    Depois da Viagem
    No retorno de qualquer viagem, caso venha a apresentar algum sinal ou sintoma (ex.: febre, dor de cabeça, mal-estar geral ou qualquer outra alteração na saúde), recomenda-se procurar um médico ou o serviço de saúde, informando os locais por onde viajou, inclusive com as escalas e conexões. Os profissionais dos serviços de saúde são responsáveis por notificar a autoridade sanitária competente no caso de doenças e agravos de interesse à saúde pública internacional.

    Site do jornal Folha de São Paulo:
    Algumas regiões do Brasil e também outros países da América do Sul e África exigem que o turista seja vacinado contra febre amarela. Quem nunca foi vacinado contra essa doença deve tomar a vacina dez dias antes de viajar. As pessoas que foram imunizadas há mais de dez anos devem tomar uma dose de reforço da vacina, pois sua validade é de uma década.

    Recomenda-se que antes de uma viagem seja consultado algum órgão de informação sobre saúde do viajante. O órgão central é a Organização Mundial de Saúde (www.who.int). Outro centro de informação atualizada e confiável é o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (www.cdc.gov).

    No Brasil, existem alguns centros de informação ao viajante, associados às clínicas de vacinação, como o CIVES da UFRJ (www.cives.ufrj.br), a Clínica de Medicina do Viajante do Instituto de Infectologia Emílio Ribas (0/xx/11/3061-5633, ramal 287) e o Ambulatório dos Viajantes do Hospital das Clínicas da FMUSP (0/xx/11/3069-6392).

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/preparese/vacinas.shtml

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    Seguro-Viagem

    É sempre bom ter um seguro-saúde antes de sair do Brasil, isso pode evitar dor de cabeça caso alguma coisa aconteça. A saúde, como em qualquer lugar do mundo, é super cara, ainda mais se tiver que pagar em dólares ou euro… Além disso, sem assistência médica, um imprevisto pode estragar sua viagem e antecipar sua volta, causando mais prejuízos.

    Lembre-se sempre de levar seus remédios que está acostumado. Alguns países não permitem nem a compra de uma aspirina sem prescrição médica.

    Verifique se o seu cartão de crédito internacional oferece seguro-viagem. Se houver, basta comprar sua passagem como cartão de crédito.
    Alguns países exigem seguro-viagem obrigatoriamente. Na Europa, é o caso da Alemanha, França (Tratado de Schengen) . Não exigem: Espanha, Itália (**** mas atenção, precisa pedir um documento no INSS. Do contrário, exigirão o seguro particular contratado)

    A maior parte das agências de turismo tem alguma empresa credenciada para oferecer o seguro. Informe-se.

    Para os EUA, os seguros têm custo reduzido em relação à Europa, isso porque a Europa exige cobertura mínima de 30.000 euros.

    Empresas:

    Assist Card: 0800-176133, www.assist-card.com
    GTA Brasil Express: (11) 3258-4511, www.brazilianexpress.com.br
    ISIS: (11) 3038-1555, www.stb.com.br
    Tourist Card: (11) 3257-8577, www.touristcard.com.br
    Travel Ace: (11) 2107-0300, www.travel-ace.com
    World Plus: (11) 2144-0044, www.worldplus.com.br

    O valor varia com a permanência e o valor da cobertura. Em geral, inclui o extravio de bagagem.

    França: http://www.ambafrance.org.br/saopaulo/portugues/sector_consular/vistos.htm

    Seguro de viagem internacional  EUROPA

    é obrigatório , um SEGURO DE VIAGEM INTERNACIONAL que tenha : assistência médica, assistência hospitalar e repatriação, com uma cobertura total de 30.000 Euros, e que cubra todo território « Shengen » (França, Alemanha, Grécia, Espanha, Itália, Áustria, Portugal, Finlândia, Suécia, Noruega, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Islândia e Luxemburgo). Esse seguro poderá ser solicitado pela Policia de Imigração francesa, em caso de contrôle. Esse seguro poderá ser adquirido em agências de seguro ou de viagem. Estão isentos do seguro, os cidadãos que possuam nacionalidade européia e que entrarão no território francês com o passaporte europeu. Isentos também , os cônjuges e filhos de cidadãos de nacionalidade européia.

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    onde precisa visto

    Visto de Turismo:

    turismo:
    boa parte dos países africanos, incluindo Egito. Não precisa: Marrocos, Tunísia
    Europa: Albânia, Iugoslávia, russia, Ucrânia. Demais países da parte ocidental não precisam.
    Asia, a maioria exige: Austrália, Camboja, Bangladesh, china, Japão, Coréia do Norte, Hong Kong. Não precisa: coréia do Sul, Filipinas, Malásia, Nova Zelândia
    Oriente médio: Arábia Saudita, irã, Iraque. Não precisa: Israel
    America do Norte: Canada, EUA, México
    America Central: Cuba, Nicarágua. Não precisa: Panamá

    Fonte: site da Polícia Federal:
    http://www.dpf.gov.br/web/servicos/tabvisto2110.htm

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    Delegacia da Polícia Federal: http://www.dpf.gov.br/passaporte/
    O formulário é preenchido na internet, no endereço acima. Escolha sua cidade para entrar na área de formulários.

    Documentos necessários:
    - carteira de identidade ou equivalente, certidão de naturalização
    - Título de Eleitor e comprovantes de que votou na última eleição (dos dois turnos, se houve). Na falta dos comprovantes, declaração da Justiça Eleitoral de que está quite com as obrigações eleitorais, ou justificativa eleitoral;
    - Documento que comprove quitação com o serviço militar obrigatório, para os requerentes do sexo masculino a partir de 01 de janeiro do ano em que completam 19 anos até 31 de dezembro do ano em que completam 45 anos
    - Comprovante de pagamento da taxa em REAIS, por meio da guia GRU (Guia de Recolhimento da União), que deverá ser preenchida pela internet, sendo necessário o CPF do requerente ou responsável
    - passaporte anterior, para que seja feita sua inutilização. Do contrário, a taxa é o dobro

    Levar ainda duas fotos 5×7. Recomenda-se tirar perto do local onde será feito o agendamente, no caso de recusa ou problemas na foto.

    - É obrigatório a presença do requerente na unidade do DPF, inclusive menor de 18 anos
    - A validade dos passaportes é de até 05 anos. Expirado o prazo de validade deverá ser solicitado novo passaporte.
    - Alguns países exigem que o passaporte tenha no mínimo 06 meses de validade. Dessa forma, requeira novo passaporte antes do atual expirar, a fim de que sejam evitados problemas na Fiscalização Imigratória do país de destino.

    SÃO PAULO:
    Na sede da polícia na Lapa, Shopping Eldorado, Ibirapuera, Tatuapé.
    Os postos itinerantes ficam sujeitos a fechamento sem prévio aviso, é bom se informar antes da existência do posto da Polícia Federal. A DPF incentiva que seja feito tudo pela internet, eletronicamente.

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    América do Sul

     A carteira de estudante agora tem dois valores R$40 para estudantes universitários e R$30 para secundaristas.

    A carteirinha proporciona descontos em restaurantes do Brasil além de café da manhã na diária da rede de Hotéis Formule 1 e no Ibis, o que é equivalente a R$5,00 - R$8,00.

    FONTE: Revista Viagem e Turismo

    Passaporte e autorização
    A maioria dos países exige passaporte válido por todo o tempo da viagem. A exceção fica por conta das nações do Mercosul (Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai), nas quais dá para entrar com a carteira de identidade. Para diminuir a dor de cabeça em caso de roubo ou extravio, guarde um xerox das páginas que contenham a sua identificação. A carteirinha internacional de estudante (www.carteiradoestudante.com.br) custa R$ 35 e proporciona descontos e promoções. Para ter acesso às tarifas especiais dos albergues pertencentes ao Hostelling International (www.hostel.org), faça também a carteira de alberguista, que tem o mesmo preço da de estudante. Para facilitar sua entrada no país, leve na bagagem de mão a carta da escola dizendo que você está matriculado. Pode ser útil na hora de dar explicações na alfândega. Menores de 18 anos que viajam desacompanhados dos pais devem portar uma autorização deles com firma reconhecida em cartório ou uma autorização especial do juizado de menores. Se pretende alugar um carro no exterior, não esqueça a carteira de motorista brasileira, que é aceita normalmente nas locadoras e pelos guardas rodoviários. Também é possível tirar a carteira de habilitação internacional (www.carteirainternacional.com.br), uma tradução da brasileira, que custa R$ 86.

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