Uma recente matéria do New York Times, de 29/11/2009 falou sobre alguns aplicativos do Iphone. O Jornal Estado de São Paulo também revisitou alguns desses aplicativos para o caderno Viagem dessa semana (02/12/2009).
Boa parte dos aplicativos acessam os dados pela Internet, via WiFi. E não se esqueça de desligar o 3G do celular, para não ter surpresa de ter feito “roaming”…
O melhor então é se hospedar em um hotel com wifi gratuito ou achar um “wifi spot”, disponível na maioria das grandes metrópoles em bares, cafés, restaurantes, lanchonetes, posto de gasolina, shoppings, etc. Até na praia.
E com uma conta no Skype, seu Ipod Touch se transforma em celular em qualquer lugar com internet wifi. Além de ligações grátis de Skype para Skype, as tarifas internacionais são mais baratas que uma ligação interurbana.
Para aqueles que não desgrudam da tela, tem aplicativos para o Facebook e o Twitter.
O ponto fraco desses aparelhos é ter uma conexão fraca de Internet, sinais fracos dão falhas nos aplicativos.
O melhor para viagens é colocar MAPAS no celular, através de inúmeros programas (cada um tem um ritual de instalação, deve-se procurar um programa para cada versão de OS) e usá-los “offline” (isso pressupõe que você faça os “bookmarks”, ou seja, marcadores dos pontos principais de uma cidade). * Dica: ordene seus bookmarks por região, para facilitar a localização.
Guias de viagem: Entre eles estão o Lonely Planet e o Frommers. Ainda não são bons, mas estão melhorando. É difícil depender só desses guias (sem tê-los lido antes) e sobreviver em cidades como Nova York. Esses aplicativos funcionam como um complemento de viagem ou em casos de emergência, quando você esqueceu todas as suas anotações…
Tradutores: depende do programa. Alguns pagos são excelentes, até falam. Os mais populares são aqueles que dão frases prontas. Assim como os livrinhos da Berlitz, Lonely Planet e da Rough Guide de phrasebooks (guias de conversação), esses guias podem ser úteis ferramentas de sobrevivência. Lonely Planet, Coolgorilla (gratis com propaganda - lastminute.com Talking Translator), iLingo ($9.99), myLanguage, BabelLingo são alguns dos programas disponíveis, a maioria pago (mas mais barato que o livro em papel).
Carregando suas informações. Não deixa nada de confidencial no Iphone, mas se tiver algum arquivo em pdf, word e jpg (imagens), o Iphone será capaz de visualizar, através do aplicativo Docs ou do DocstoGo
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MAIS:
* Página da Apple para Travel Apps | Seção 2 (travelling)
APLICATIVOS RECOMENDADOS NOS EUA
* Travelocity: versão do site para celular
* Urban Spoon (free) mostra restaurantes
* Where (free) mostra no mapa Starbucks, postos de gasolina, restaurantes,etc… com o Google map
* Lonely Planet ($9.99): guia de conversação. Tem a tradução e audio
* Babelingo ($5.99) é um guia de conversão também,mas mostra por escrito o que você precisa dizer (e você não diz, só mostra para a pessoa)
* Metrô na palma da mão: CityTransit (for New York City, $2.99), Tube London City ($9.99) and iBart (for the San Francisco area, free)
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MATÉRIA DO NYTIMES
Aplicativos Google para o iPhone: A Traveler’s Companion, Pocket Size
By Michelle HigginsFaltam 25 minutos para cinco da manhã, e eu tenho que pegar um avião em duas horas. Mas porque correr se o vôo estiver atrasado? Para verificar se haverá atrasos, pego meu iPhone, e seleciono o aplicativo FlightTrack, verifico meu voo. Está dentro da previsão. Melhor sair da cama. No aeroporto, uso o Wi-Fi e atualizor todos os apps de jornais (NYTimes, WSJ, E.U.A. hoje e assim por diante) assim que eu tenho algo para ler a bordo. E quando eu chegar ao meu destino, eu uso no iPhone o Yelp app com seu próprio serviço de mapeamento para informar os melhores bares e restaurantes de uma região.Claro, eu poderia facilmente ter tropeçado numa pizzaria por conta própria e sem recorrer às frases em Cantonese que baixei de um aplicativo comprado. Mas, como o iTunes Store da Apple tem continuado a crescer com milhares de aplicativos, acabo confiando nesse “gadget” como parte integrante da minha rotina de viagens. (Na verdade, os aplicativos foram parte de uma discussão recente sobre gadgets para viagem que eu tive com o colunista em tecnologia do New York Times David Pogue, que pode ser visto no site “The Times” na Web em “video.nytimes.com”.)
