Curso de idiomas no Exterior

by • January 22, 2008 • GeralComments (1)1457

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Matéria da Revista Viagem e Turismo
EDIÇÃO 126a | Abril 2006

Teste de VIAGEM

Boa vizinhança

Buenos Aires é um destino animado para jovensque querem estudar espanhol na América do Sul.Nossa repórter Camila Rossi aprovechó mucho

 

 

 

Estudantes rumo a Buenos Aires, regozijem-se! A cidade da Casa Rosada é, hoje, um verdadeiro paraíso para os jovens. Baladas todas as noites, atrações todos os dias, transporte barato, comida boa, gente bonita. Mas, meninas, cuidado! A lábia dos hombres portenhos pode deixá-las com as pernas bambas. Às comprometidas: não sejam ingênuas, pois o excesso de gentileza deles é, sim, uma cantada. Às solteiras: aproveitem, pois vocês se sentirão cobiçadíssimas e voltarão com a bola cheia – e talvez o coração também!

Digo isso logo de cara porque, assim que cheguei, senti na pele as investidas dos argentinos: o taxista que me levou do aeroporto até a casa de família onde eu ficaria passou todo o trajeto elogiando as brasileiras. Mas o constrangimento veio mesmo quando minha anfitriã abriu o portão: o motorista logo disparou que ela deveria ficar de olho em mim porque certamente haveria diversos argentinos batendo à sua porta em busca da brasileña ali hospedada. De fato a mulher brasileira tem fama no país vizinho. Fama de caliente, amorosa, mas também de mais permissiva que as argentinas. Eu já sabia disso, e por isso mesmo fiquei irritada com o indiscreto taxista. Nada que abalasse, contudo, minha empolgação diante da experiência que estava só começando.

Ali estava eu, em mi Buenos Aires querida, para fazer um curso de três semanas de espanhol. Sempre adorei o idioma, mas tinha a sensação de que os brasileiros não se importavam muito em aprendê-lo. Quando comecei a estudá-lo, há alguns anos, as pessoas me questionavam sobre a utilidade de aprender uma língua tão similar ao português. Engraçado, somos um reduto de origem lusitana num continente dominado por hispanohablantes, e nem a política de boa vizinhança parece nos incentivar a falar o idioma de nossos hermanos. Pior: temos a crença de que o velho “portunhol” sempre nos salva a pele – e há quem o fale pelas ruas em alto e bom som; me dei conta disso logo no primeiro dia em Buenos Aires.

A cidade é pra lá de interessante para quem quer estudar espanhol na América do Sul – e também para quem busca uns dias de turismo. É arquitetonicamente charmosa, possui ótimos restaurantes, renovada rede hoteleira, agitadíssima vida noturna, bons endereços para compras, o real está mais valorizado que o peso… Uma ressalva, porém, pode fazer toda a diferença: os brasileiros são figurinhas fáceis por lá. Em alguns lugares, a concentração de brazucas é tão grande que você se sente… no Brasil!

A senhora que me hospedou, Regina Sanguinetti, já havia recebido vários brasileiros, sendo que ela aloja até três estudantes por vez. Enquanto estive lá, convivi com um sujeito de Maceió. E, quando saí, uma garota de São Paulo entrou em meu lugar. Na escola onde estudei, a Coined, a mesma coisa: os brasileiros eram cerca de 90% dos estudantes. Uma desvantagem, pois o português rola solto nos corredores e salas – e os brazucas acabam formando panelinhas exclusivamente nacionais.

A minha turma, por exemplo, tinha cinco alunos, t-o-d-o-s desta nossa terrinha. Uma falha da escola, já que a idéia de quem faz um curso no exterior é, também, estar em contato com estudantes de outras partes do mundo e conhecer culturas diferentes. Nossa sala verde-e-amarela deixava muito a desejar em termos de diversidade. Para piorar, a professora já tinha morado no Brasil.

Enquanto eu reclamava do excesso de brasileiros na escola, Jürgen, o alemão que morava comigo, comemorava. Dizia que, como nós temos mais facilidade com o idioma, acabamos acelerando o ritmo das aulas e forçando os outros estrangeiros a acompanhar. Na turma dele, também de cinco, Jürgen era o único não-brasileiro – e não se importava.

Já eu me importava, e muito! Mas tive tantos problemas na escola para arrumar uma turma qualquer, que já me sentia feliz em ter uma. No primeiro dia de aula, cada estudante faz um teste escrito e um oral para definir seu nível de espanhol. O curso tem sete estágios, mas a classificação dos alunos me pareceu arbitrária. Pessoas que nunca tinham estudado a língua foram colocadas no nível 5 enquanto outras que já sabiam alguma coisa estavam no 3. Fui para o 7, o mais avançado, mas aí veio o primeiro contratempo: me colocaram no período da tarde. Eu precisava estudar de manhã e perdi todo o primeiro dia tentando mudar de período. Só consegui qundo disse que queria meu dinheiro de volta.

Mas qual não foi minha surpresa quando, no terceiro dia, entrou na sala um brasileiro que também “brigara” para mudar de período. Detalhe: ele era do nível 4, mas, como essa turma já estava cheia, a escola o colocou no nível 7! E assim as aulas prosseguiram, com pessoas entrando e saindo das turmas, como se o conhecimento de espanhol fosse um pré-requisito desnecessário. Além dessa desorganização pedagógica, o material didático do curso é fraco, com livros que parecem não ter continuidade e aulas que não variavam.

Você deve estar achando, então, que foi tudo um fiasco… Nada disso! Foi na escola que conheci pessoas incríveis, sempre dispostas a um almoço depois da aula, um passeio pela cidade, uma balada à noite. Eram nesses momentos que a gente mais aprendia espanhol, praticando rua afora, falando com os argentinos, cometendo erros… E morrendo de rir disso depois.

A maior parte dos estudantes ali na Coined tinha entre 20 e 25 anos. Muitos estavam hospedados em pensões, geralmente perto da escola – muito bem localizada, por sinal, pertinho da Plaza de Mayo. Outros, como eu, estavam em casas de família.

Por um lado, dei sorte com as pessoas que me hospedaram. Ali moravam a dona da casa, sua filha de 24 anos, Carolina, e sua mãe, de 96 anos. Além, claro, dos outros estrangeiros hospedados. Regina e Carolina eram simpáticas e interessadas na cultura e costumes de outros países. Além da amabilidade, Regina não deixava nada a desejar no quesito alimentação. A comida era sempre muito boa, farta, variada e pontualmente servida à mesa. Mas, como nem tudo são flores, me dei mal em um aspecto: a casa ficava afastada do centro de Buenos Aires. Para ir à escola, tinha de caminhar 13 quadras até a estação do subte (o metrô portenho) e percorrer 14 estações da linha D. O trajeto consumia cerca de 45 minutos. Outra alternativa era caminhar duas quadras e tomar um ônibus (ou colectivo), que demorava 1 hora. Por isso, eu saía de casa de manhã e voltava só no fim do dia, enquanto os estudantes alojados mais perto da escola costumavam “dar uma passadinha” em casa mais vezes.

Acabei me adaptando à distância e nem tentei mudar de casa. O lugar era amplo, arrumado, eu tinha um quarto individual confortável e um banheiro limpo (que dividia com o alemão). E, como muitos alunos tiveram problemas com a acomodação, me dei por satisfeita. Realmente, até chegarmos lá tudo é uma caixinha de surpresas. Não temos garantias se a casa é boa ou não e muito menos se vamos usufruir daquilo por que pagamos. Só mesmo indo para saber.

Certeza mesmo é que a experiência será muito boa! Pelos amigos, pelas farras, pela língua, pelas lembranças… Fazer o curso em Buenos Aires é apenas um pretexto para dançar tango, comer parrilla e alfajor, fazer compras na calle Florida, tomar chá numa confitería, deliciar-se nas inúmeras livrarias, descansar nos parques… E, mesmo descansando despretensiosamente, você corre o risco de um argentino sussurrar em seu ouvido: el día que me quieras…

O pacote

 

 

Na Experimento (11/3707-7122, www.experimento.com.br), 3 semanas de curso (20 horas/aula por semana) na Coined, hospedagem em casa de família, com café da manhã e jantar, taxa de matrícula e aéreo (saída de São Paulo): US$ 1 323.

Nossa avaliação

 

 

Atendimento – Ótimo

Antes do meu embarque para Buenos Aires, a equipe da Experimento me passou todas as informações necessárias e foi sempre eficiente quando entrei em contato com a agência, por e-mail ou telefone. Recebi em casa folhetos e materiais explicativos, bem como a passagem aérea e as indicações da família.

Escola – Infra – Aulas – Localização – Regular

A Coined (www.coined.com.ar) é uma das escolas especializadas em ensino para estrangeiros mais conhecidas na Argentina. Além da sede, em Buenos Aires, a instituição está também em Córdoba (onde fica sua diretoria geral), Mendoza, Bariloche e Ushuaia. O material didático – um livro para cada nível – é produzido lá mesmo. O material do último estágio contém diversos textos jornalísticos e literários que estimulam a discussão de temas como a situação política argentina e eventos que aconteceram na história do país. Em Buenos Aires, a Coined ocupa o segundo andar de um edifício no centro, próximo à Plaza de Mayo. Em uma pequena área comum, dois computadores estão à disposição dos estudantes (sempre com fila de espera, lógico). Não há laboratório nem biblioteca. O curso começa sempre às segundas-feiras e o estudante pode optar pelo número de semanas que deseja cursar.

Hospedagem – Bom

A casa era muito ampla e confortável. Tinha cinco quartos (sendo três destinados a abrigar estudantes), três banheiros, sala, copa, cozinha, lavanderia, tudo sempre limpo e arrumado. Podíamos assistir à TV livremente; quanto ao telefone, usávamos com cartão. Meu quarto era muito bom, com cama confortável, escrivaninha, armário grande e estantes. Uma faxineira o limpava três vezes por semana. Um sério incoveniente foi a grande distância entre a casa e o centro da cidade. Outros estudantes da Coined tiveram o mesmo tipo de problema.

Transporte – Ótimo

Eu demorava 45 minutos para chegar à escola de manhã: andava 13 quarteirões até o metrô e ainda percorria 14 estações na linha D do subte portenho. Não contratei o serviço de transfer para me buscar ou me levar ao aeroporto de Ezeiza (que fica a cerca de 20 minutos da região central de Buenos Aires): o serviço sai por US$ 40 (cada viagem) e não compensa financeiramente, já que, com cerca de US$ 16 (ARS 50), você faz, de táxi, o mesmo trajeto. Para conhecer a capital argentina, o melhor é sair a pé pelas ruas, pois a cidade é plana. Para os mais preguiçosos, as linhas de metrô (passagem a ARS 0,70) e os ônibus (passagem a ARS 0,80 ) são boas alternativas, assim como os táxis, muito baratos por lá (ARS 1,98 a bandeirada e mais ARS 0,60 peso a cada 500 metros). Uma dica: nas bancas de jornais e revistas é possível comprar, por apenas ARS 2,50, um livrinho com os itinerários de ônibus da cidade. Uma bela ajuda para quem vai ficar algumas semanas na capital.

Alimentação – Ótimo

Paguei por um pacote com café da manhã e jantar. A comida era boa, farta e o cardápio variava sempre. Pela manhã, pães, torradas, manteiga, geléia, mel, dulce de leche, café, leite e chá. À noite, sempre havia salada, carne, massa e fruta. Diversas vezes não jantei em casa, e nessas ocasiões eu procurava avisar a senhora que me hospedava para que ela não ficasse à minha espera e não preparasse minha refeição à toa. O almoço, na rua, era um bom momento para experimentar a vasta rede gastronômica portenha. Era fácil encontrar refeições completas, os chamados menus do dia, por ARS 7. Num restaurante menos popular, gastava de ARS 15 a ARS 20. Pelas ruas da cidade estão espalhados os famosos quioscos, pequenos pontos que vendem comidinhas rápidas, guloseimas, chocolates, alfajores e bebidas.

Passeios – Regular

A Coined tem uma responsável pelas atividades turísticas. A programação é afixada em um mural no corredor da escola e também enviada por e-mail. Mas as atividades organizadas não são nada mais do que visitas coletivas a pontos turísticos da cidade, como museus e parques. Paga-se o preço do meio de transporte e da entrada no lugar. Também há sugestões de passeios mais longos, como viagens a Montevidéu, no Uruguai, ou a Mar del Plata, na Argentina. Mas a organização desses passeios não fica a cargo da escola. Cabe aos estudantes procurar uma agência especializada. A encarregda das atividades turísticas também ajuda a descobrir o melhor ônibus para ir de um ponto a outroda cidade.

No México, a escola da balada

 

 

Estudar onde os outros se divertem pode parecer uma insanidade. Ao menos até você perceber que, num lugar com forte vocação ao hedonismo, como Playa del Carmen, na Riviera Maia mexicana, freqüentar aulas de espanhol pela manhã e ir para a night podem ser atividades tão complementares a ponto de a própria escola promover as baladas.

É essa filosofia da Soléxico Language and Cultural Center (www.solexico.com), há oito anos por ali. As aulas, para no máximo cinco alunos, são dadas em espécies de cabanas abertas em meio a um bem cuidado jardim. À tarde, há partidas de vôlei, aulas de culinária e até mesmo de salsa. Mas o que pega mesmo é o “café social”, uma happy hour entre alunos e professores, realizada a cada semana num bar diferente. E freqüentemente é apenas um “esquenta” para a noitada. Mas nada se compara à festa mensal na própria escola, em geral na última semana do mês.

Com tantos eventos, só não faz amizade quem não quer. Tem gente que fica apenas uma semana, mas a média é de três ou quatro, mais do que suficiente para um brasileiro adquirir uma boa base e deixar de queimar o filme com o lastimável “portunhol”.

O número de estudantes brasileiros, aliás, vem aumentando, mas ainda representa menos de 1% da freqüência, dominada por europeus (45%) e americanos (45%). A maioria tem entre 20 e 30 anos, viaja só e fica em casas de família, o que, além de complementar a experiência de imersão na cultura, diminui muito os custos. Mas também tem gente mais velha, mães e filhos, famílias inteiras, como condiz com o lugar democrático que é Playa. Quem não quiser se hospedar em casa de família pode ficar em acomodações individuais da própria escola ou mesmo em hotéis.

O pacote de dez noites em casa de família, com quarto individual, café da manhã e jantar e uma semana (15 horas) de aulas de espanhol na escola Solexico custa desde US$ 1 276. Inclui aéreo. Na SIP – Student International Programs (11/3168-6658 www.siptravel.com.br).

Coordenadas

Sugestões de pacotes decursos de outros idiomas

 

2 Semanas

• Espanhol em Barcelona ou Málaga

Na EF Escuela Internacional de Español, o aluno tem 26 aulas semanais. O pacote prevê hospedagem em casa de família (quarto individual ou coletivo), todas as refeições, material didático, taxa de matrícula e aéreo. Desde US$ 1 810 (Barcelona) e US$ 2 846 (Málaga). Na EF – Education First, (11) 2122-9000, www.ef.com.

• Alemão em Berlim

Curso durante a Copa do Mundo deste ano. O estudante tem aulas na Universidade de Teikyo e fica hospedado no próprio campus, com café da manhã e jantar. Taxa de matrícula, material didático e aéreo estão no pacote. Desde US$ 2 470. Na Improvement, (41) 3254-4454, www.improvement.com.br.

• Alemão em Frankfurt

São 20 horas/aula por semana na LSI (Language Studies International). Acomodação em casa de família, em quarto individual e com café da manhã. O pacote inclui taxa de matrícula, de acomodação e aéreo. Desde US$ 1 854. Na SIP – Student International Programs, (11) 3168-6658, www.siptravel.com.br.

• Alemão em Munique

Programa para estudar o idioma em Munique, na Alemanha. O preço inclui acomodação em casa de família, em quarto individual ou duplo, com refeições, material didático, taxa de matrícula e passagem aérea. Desde US$ 1 979. Na EF – Education First, (11) 2122-9000, www.ef.com.

4 Semanas

• Espanhol em Córdoba

Curso de 20 horas/aula por semana na Argentina. O aluno fica hospedado em uma residência estudantil, em quarto compartilhado, mas deve bancar as próprias refeições. No valor estão embutidos a passagem aérea e a taxa de matrícula. Desde US$ 1 595. Na Yázigi Travel, (11) 2132-9600, www.yazigitravel.com.br.

• Francês em Paris

Pacote com 20 horas/aula semanais na escola Eurocentres, que fica no Quartier Latin, em Paris. Acomodação em casa de família, com direito a quarto individual, meia-pensão, material didático, taxa de matrícula e aéreo. Desde US$ 3 380. No STB – Student Travel Bureau, (11) 3038-1555, www.stb.com.br.

• Francês em Nice

São 20 horas/aula por semana na France Langue. Durante o curso, o estudante fica na casa de uma família, em quarto individual e com meia-pensão. Seguro médico, material didático, matrícula e aéreo incluídos. Desde US$ 3 094. Na CI – Central de Intercâmbio, (11) 3677-3600, www.ci.com.br.

• Francês em Montreal

O estudante tem 15 horas/aula por semana na escola ILSC, em Montreal. Existem também pacotes com carga horária de 22 horas e meia ou 30 horas semanais, por valores mais elevados. O alojamento é em casa de família, em quarto individual, e com todas as refeições. O pacote inclui também a taxa de matrícula, o material didático e a passagem aérea. Desde US$ 1 928. Na Intercâmbio Global, (11) 3887-8199, www.intercambioglobal.com.br.

• Francês em Leysin

A cidade fica nos belos Alpes Suíços e a escola CP Languages Institute, no campus da Schiller International University/The American College of Switzerland. Os cursos têm 24 horas/aula por semana e começam todas as segundas-feiras. O pacote prevê orientação individual, exame final e certificado de conclusão, seguro, hospedagem em residência estudantil da universidade em quarto duplo, três refeições diárias e passagem aérea. Desde US$ 3 457. Na Moinhotur, (11) 3816-1969, www.moinhotur.com.br.

• Italiano em Capo Vaticano

A cidade italiana fica na região da Calábria e o curso acontece na escola Sprachcaffe. O pacote de 20 horas/aula por semana já inclui teste de nível, material didático e certificado de conclusão. A acomodação é em quarto individual de um apartamento todo equipado (tem TV na sala e cozinha completa). Com passagem aérea incluída. Desde US$ 2 054. Na New Experience, (11) 3071-1925, www.newexperience.com.br.

• Italiano em Milão

A carga horária é de 20 aulas semanais. O aluno fica em casa de família, em quarto duplo, com direito a café da manhã. O preço também inclui a passagem aérea e a taxa de matrícula. Desde US$ 2 112. Na Connection Line, (11) 3285-6691, www.connectionline.com.br.

• Italiano em Roma

São 15 horas semanais na escola Dilit. O estudante fica hospedado em casa de família, em quarto individual, sem refeições incluídas (mas pode usar livremente a cozinha da casa). Material didático, taxa de matrícula, seguro-saúde (um mês) e passagem aérea também estão no pacote. Desde US$ 2 209. Na Central do Estudante, (31) 3282-1868, www.centraldoestudante.com.br.

• Espanhol na Espanha

São 20 horas/aula semanais na escola Enforex. O estudante pode optar por várias cidades, entre elas Madri, Barcelona, Marbelha, Granada, Valência e Sevilha. O alojamento é em casa de família, com direito a quarto individual ou compartilhado e meia-pensão. Aéreo, matrícula e material didático também estão incluídos. Desde US$ 2 428. Na Number One Viagens, (31) 3287-2000, www.numberoneviagens.com.br.

• Espanhol em Bariloche

São 20 horas/aula por semana na escola Coined. No pacote, acomodação em casa de família (em quarto individual), com café da manhã. No valor estão embutidos a matrícula, o material didático e o aéreo. Desde US$ 1 603. Na Experimento, (11) 3707-7122, www.experimento.com.br.

•Japonês em Tóquio

São 20 horas/aula semanais de japonês na escola GEOS. O programa prevê acomodação em casa de família, com meia-pensão e direito a quarto individual. Inclui ainda matrícula, material didático e aéreo. Desde US$ 3 439. Na Portal do Intercâmbio, (61) 3202-7600, www.portaldointercambio.com.

5 Meses

• Mandarim em Pequim

A língua é difícil e, para seu mandarim ser entendido minimamente, sua fonética tem de estar apurada, você precisa pronunciar cada palavra com exatidão de sons e o mínimo possível de sotaque. Por isso, são necessários pelo menos cinco meses de curso. As aulas acontecem na Universidade de Pequim. O pacote inclui aéreo, mas a hospedagem é por sua conta. Desde US$ 8 180. Na Gladtur, (11) 3083-1144, www.gladtur.com.br.

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One Response to Curso de idiomas no Exterior

  1. luis humberto says:

    mi nombre es luis humberto, soy profesor de espanol en brasil y quiero llebar 20 alumnos a buenos aires, me gustaria que hagan un curso de una semana intensivo. cuales son las promociones.02.08.2010
    =====================================
    Resposta à pergunta:
    spanish-training.org 10h por semana: US$ 85 | 20hrs: US$170
    Academia Buenos Aires: US$200 por semana, Inscrição: US$45 por uma única vez, está incluído material didático.
    IBL – International Bureau of Language: 20hrs – 160 |
    * Coined : 20hrs US$ 195. Córdoba: US$ 145
    * Albergue Hostel Club. sin precio.
    * Unilanguage: 20hrs: 220 USD | 10hrs: 110USD.
    * Ibero Spanish 125,00 US-$
    * Intercultural: US$ 180
    * Vos Buenos Aires: 205 USD
    * Centro de Lenguas Buenos Aires: U$S 185. Taxa de matrícula: us$ 35.
    Lista de escolas: http://www.spanishcourses.info/countries3/argentina-aprender-espanol-11-en.htm

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